quarta-feira, 24 de abril de 2013

Despertos em um Mundo Sonolento

 
 
Mensagem de Jennifer Hoffman - 22-04-2013
 
Quando era criança eu tinha um sonho recorrente em que eu era a única pessoa viva no mundo. Eu caminhava pelas ruas tranquilas, procurando pessoas, mas ninguém estava lá. Era um sonho apavorante, porque eu estava muito só e não havia ninguém com quem conversar ou para cuidar de mim. Agora, como adulta, sei que esse sonho relacionava-se com o que os muitos Índigos e Cristais experimentam: estar desperto em um mundo que está parcial ou totalmente adormecido. Experimenta-se essa percepção por sentir-se muito só, sem apoio, incompreendido e sem conexões fortes e profundas com pessoas espiritualizadas. Ao nascer despertos, estamos muito conscientes do estado de sonolência dos demais, e visto que somos incapazes de conectar-nos com eles, nos sentimos muito sós. Mas, isso pode ser uma impressão equivocada de nossa parte, porque não estamos aqui necessariamente para despertá-los; mas sim, podemos dar-lhes motivos para despertar quando temos a percepção correta de nosso próprio estado de ser desperto.
 
Os Índigos e os Cristais, das gerações mais velhas, e, certamente, os nascidos desde o início da década de 1990, nasceram despertos, o que significa que eles sabem que há mais na vida e para viver do que o que estamos cientes com os nossos sentidos físicos. A maioria é altamente intuitiva, empática e sensível, o que é ao mesmo tempo uma bênção e um desafio. Uma bênção, porque eles percebem o mundo de uma forma muito mais profunda, iluminada e espiritualizada. Um desafio, porque eles também estão cônscios de quantas pessoas no mundo estão sonolentas, inconscientes e sem saberem que não estão conscientes. E eles sentem que deveriam fazer alguma coisa para despertar as pessoas e fazer a diferença no mundo. Mas, isso significa despertá-las ou deixá-las dormir até que estejam prontas? Quem decide quando é a hora para que isso aconteça?
 
Alguns Índigos sentem que deveriam ser o despertador retumbando, outros, sentem-se mais confortáveis como o botão de soneca. Alguns Cristais esperam que o mundo desperte antes que eles façam algo, outros se perdem no desespero de um mundo que precisa de amor, mas que não está aberto para isso. O desafio para eles, e todos aqueles que estão despertos, é elevar-se para ser a diferença em um mundo que precisa ver um novo caminho antes que esteja disposto a considerá-lo como uma opção aos já existentes. Estar desperto nos torna cônscios do que necessita ser mudado no mundo. A verdade que aprendemos, que às vezes nos leva a pensar que nossos esforços não são apreciados, é que as pessoas despertam quando se sentem prontas, e não antes. Ser a diferença é o que despertará o mundo para o seu próprio potencial.
 
Somos a diferença quando mostramos ao mundo as possibilidades que estão disponíveis, não dizendo que eles estão dormindo, mas demonstrando-lhes o que é estar desperto. Quando apresentarmos uma alternativa que seja tão convincente e muito mais gratificante do que estar dormindo, o mundo vai despertar, porque terá um motivo (algo que não entendemos quando já estamos despertos). Nascer desperto não significa necessariamente que precisamos dizer ao mundo que ele está dormindo até que ele decida despertar do seu torpor. Ao invés, ver isso como ter a capacidade, a mentalidade, os dons e a compreensão de mostrar ao mundo porque é muito mais prazeroso e gratificante estar desperto do que estar dormindo, e o mundo escolherá despertar.
 
Site original: www.enlighteninglife.com
 
Tradução: Ivete Brito www.adavai.wordpress.com
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